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Famílias de imigrantes que fincaram raízes no Brasil também divulgam a sua arte

A Fenearte reúne expositores de 26 países. A diversidade cultural, marca registrada da feira, contou, entre esses, com representantes de Angola, Japão, China, Egito, Emirados Árabes, Filipinas, Peru, Turquia e Tailândia. "Estamos felizes, vendendo, fazendo a divulgação do nosso trabalho, aplicando o saber e, principalmente, aprendendo a vender bem”, resume Juan Pere, da Venezuela, que mora há quatro anos no Recife. Ele e mais sete famílias estão compartilhando as vendas do estande que tem produtos de miçanga, redes de fibra de buriti e nylon.


Faizath trocou a África pelo Brasil há seis anos (Foto: Jan Ribeiro)

Faizath, jovem e simpática expositora do Benim, na África, participa pela segunda vez da Fenearte e comemora as novas amizades e as vendas. "É muita cultura, a Fenearte traz um monte de gente e isso é muito bom”, afirma com o sorriso largo de quem atingiu a meta desejada. Faizath chegou no Brasil há seis anos e comercializa brincos e tecidos africanos.

Gorá, do Burkina Faso, na Angola, trouxe diversas máscaras e artesanatos típicos de sua região. "São vários países e todos trouxeram muita coisa. Tem muito produto bonito e diferente. Isso levanta o artesanato”, avalia o artesão africano. Já Thiago, neto de japoneses, comemora o estande cheio durante os 12 dias da feira. Para ele, o que dá mesmo prazer em participar da Fenearte é "poder divulgar a cultura e costumes dos seus antepassados”.  

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